Sim, Os Efervescentes estão de volta, e em plena fase de reação química. O single “Por que não relaxar?” / “Sempre que eu vejo” acaba de ser lançado, quase que simultaneamente ao anterior, o 3º da banda, com as músicas “Não demore” e “Ninguém quer conhecer”. Apresentando composições inéditas, os dois lançamentos mostram uma nova banda, porém com as mesmas influências sessentistas que sempre fizeram a alegria dos inúmeros fãs espalhados pelo Brasil: Rock dançante, canções rápidas, vocais bem trabalhados e guitarras rasgantes. Animação garantida.
Após cerca de dois anos de intensa produção e ebulição musical, a banda foi obrigada a passar um tempo longe dos palcos, por conta da saída do vocalista e guitarrista, Rodolfo Krieger (atualmente na Cachorro Grande). Apesar da perda, Beto Stone (bateria) e Felipe Grimm (baixo) decidiram que a banda devia seguir em frente, embora alguns pensassem que esse fosse o fim dos Efervescentes. Daniel Tessler (voz e guitarra) fora o novo escolhido para completar o trio, dividindo as composições e vocais com o resto dos integrantes, coisa que até então não era habitual. Resultado: Criatividade de sobra, com aprovação imediata dos fãs.
O entrosamento entre os três é totalmente visível, seja nas gravações ou em cima do palco, provando que a banda está pronta para arriscar vôos mais longos, que vão muito além das fronteiras do Rio Grande do Sul. Todos são excelentes instrumentistas, seguros com relação ao tipo de som que os inspira e estão a fim de fazer. O estilo lembra muito a Swingin’ London e toda a cena Mod, tanto no visual de cad
a um quanto no formato de suas músicas. Ao mesmo tempo, Os Efervescentes estão incrivelmente ligados à sua realidade e da juventude brasileira, como fica claro a quem conhece o cenário de rock ao redor do Brasil, e também em versos como “Não tenho tempo a perder, eu sinto o mesmo que você, nós juntos vamos viajar”. Pete Townshend ficaria orgulhoso.
Na estrada há poucos meses, os integrantes estão afoitos por shows e por divulgar seu som país afora, sem medir esforços para isso. Intercalando suas novas músicas com outras da primeira fase, bastante conhecidas entre grande parte do público roqueiro de Porto Alegre, a banda tem feito apresentações em quase todas as casas noturnas de renome da capital gaúcha, enquanto se prepara para invadir o interior do Est
ado e outras regiões ainda não visitadas. Mais do que nunca, Os Efervescentes estão prontos para fazer muito barulho por aí e conquistar novos fãs. Relaxe e aguarde, em breve também na sua cidade.
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Guerrilha Rocker pergunta...
O entrosamento entre os quatro é totalmente visível, seja nas gravações ou em cima do palco, provando que a banda está pronta para arriscar vôos mais longos, que vão muito além das fronteiras do Rio Grande do Sul. Todos são excelentes instrumentistas, seguros com relação ao tipo de som que os inspira e estão a fim de fazer. O estilo lembra muito a Swingin’ London e toda a cena Mod, tanto no visual de cada um quanto no formato de suas músicas. Ao mesmo tempo, Os Efervescentes estão incrivelmente ligados à sua realidade e da juventude brasileira, como fica claro
a quem conhece o cenário de rock ao redor do Brasil, e também em versos como “Não tenho tempo a perder, eu sinto o mesmo que você, nós juntos vamos viajar”. Pete Townshend ficaria orgulhoso.

De onde vieram e por onde andam?
O que os motivou a tocar ?
Sem dúvida os Beatles, que sempre nos apoiaram.
Qual a formação original? Como surgiu o nome da banda?
Descreva uma experiência que a banda teve que julgue importante comentar.
Qual sua visão sobre o panorama da produção cultural musical até o momento?
E sobre ser uma banda independente?
Fale sobre as perspectivas quanto ao rumo da banda e principais projetos...
A nossa maior perspectiva é fazer o que há muito tempo temos vontade, que é, por conta de um bom disco, não sabermos mais onde fica nossa casa. PEGAR A ESTRADA.
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